quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Fim do Mundo! A profecia se cumpriu: nevou por dois dias em Salento

A profecia, cunhada há 500 anos, afirmava que o mundo iria acabar caso nevasse em Salento por dois dias seguidos
Salento coberto de neve

“Salento, de palmeiras e vento sul moderado. Dois dias de neve, dois relâmpagos no céu. Eu sei que o mundo acaba, mas não sentirei saudade”, previu Matteo Tafuri, o Nostradamus italiano, há 500 anos.

Pois sua profecia foi confirmada e na cidade de Salento, que fica no sul da Itália, nevou por dois dias seguidos. O balneário, que é famoso por suas altas temperaturas e praias paradisíacas, viu neve cair pela primeira vez em toda a história nos últimos dia 8 e 9 de janeiro.

Agora é esperar para saber se o mundo irá mesmo acabar. Quem acredita?


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

MP-DF denuncia Lula e filho Luís Cláudio por lavagem de dinheiro e organização criminosa

Lula e o filho Luís Cláudio
Deflagrada em março do ano passado, a Operação Zelotes surgiu com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em vender decisões do Carf, o tribunal que julga recursos contra multas aplicadas pela Receita Federal. No meio do caminho, investigando lobistas que participavam do esquema, procuradores e policiais esbarraram em outros lucrativos balcões de negócios de Brasília. Descobriram, por exemplo, que alguns dos suspeitos, os mesmos que vendiam acesso a poderosos gabinetes da capital, tinham atividades extras no mundo do crime. Ofereciam, entre outras coisas, medidas provisórias editadas sob medida pelo governo para atender empresas interessadas em obter benesses oficiais, como incentivos fiscais. Um dos achados despertou especial atenção. Ao quebrar o sigilo de Mauro Marcondes, um megalobista conhecido por atuar em favor da indústria automobilística, apareceram pagamentos de 2,5 milhões de reais a uma empresa registrada em nome de Luís Cláudio Lula da Silva, o filho caçula do ex-presidente Lula. Era só a ponta aparente de um elo que, agora, os investigadores acreditam ter fechado – e que acaba de resultar em mais uma ação criminal contra o petista.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A Doutrina Aristotélica do Belo e da Arte segundo Frederick Copleston

Aristóteles ensinando Alexandre, o Grande gravura de Charles Laplante
Platão censurava a arte precisamente por ser mímesis, ou seja, imitação de coisas fenomênicas, as quais, por seu turno, segundo este mesmo filósofo, são imitações do paradigma das Ideias eternas. Desse modo, a arte torna-se cópia de cópia, aparência de aparência, em que por certo há de desaparecer o verdadeiro.

Opõe-se Aristóteles, claramente, a tal modo de entender a arte. Acompanhemos-lhe o pensamento. 

I. A BELEZA SEGUNDO ARISTÓTELES

• Para o Estagirita, o belo não se confunde com o meramente agradável, razão por que, nos Problemas,[2] contrapõe a atração sexual à seleção estética — não há confundir a “beleza” que só atinge o desejo com a beleza real e objetiva. Mais: na Metafísica[3] chega a dizer que as matemáticas têm certa relação com a beleza, o que afasta totalmente do campo do belo o que simplesmente estimula os sentidos.

• Quanto, porém, à distinção entre o belo e o bem, Aristóteles não prima pela univocidade. 
Na Retórica,[4] por exemplo, afirma que “belo é o bem que agrada porque é bom”, o que certamente é uma tautologia. 

Na Metafísica,[5] todavia, diz claramente que “o bom e o belo se diferenciam (porque o primeiro implica sempre alguma ação, ao passo que o segundo se encontra igualmente nas coisas imóveis)”. Ora, tal distinção funda uma diferença entre o belo e o moral, e, diz Frederick Copleston, “pode interpretar-se no sentido de que o belo, como tal, não é simplesmente objeto de desejo. Isto daria ensejo a conceber uma doutrina da contemplação estética e do desinteressado de tal contemplação — como a que conceberam, por exemplo, Kant e Schopenhauer”.[6]

• Por outro lado, na mesma Metafísica[7] lemos que “as principais formas da beleza são a ordem, a simetria e a delimitação”, sendo a posse destas três propriedades pela matemática o que lhe confere certo poder cognoscitivo com relação aos objetos belos.[8]

De modo parecido, diz Aristóteles na Poética[9] que “a beleza é questão de tamanho e ordem”: para que uma criatura viva seja bela, suas partes hão de encontrar-se em certa ordem e hão de ter determinado tamanho, e ela não há de ser demasiado grande nem demasiado pequena. 
Tudo isso reforçaria a definição de que o belo é objeto de contemplação, não de desejo.
• Observe-se, ainda, que na Poética[10] o Estagirita indica como matéria da comédia o ridículo, “que é uma variedade do feio”, “um erro ou uma deformidade que não acarreta dor ou dano a outros”. Assim, desde que subordinado ao efeito de conjunto, tem o feio lugar na obra de arte. Aristóteles, no entanto, não estuda expressamente as relações entre o feio e o belo nem se pergunta até que ponto pode aquele ser elemento constitutivo deste.[11]

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Santo Tomás de Aquino fez médico abortista se converter

Dr. Stojan Adasevic
A insana guerra dos nascidos contra os não-nascidos

   NESTE MOMENTO TENEBROSO, em que nossos ministros planejam, na calada da noite, a legalização do aborto em nosso país, convém lembrar a fascinante história do Dr. Stojan Adasevic, que foi, durante anos, o médico que mais realizou abortos em Belgrado, Sérvia: “O segredo do meu sucesso estava no treino dos dedos com frequentes abortos. Fazia uma média de vinte por dia, o meu recorde foram trinta e cinco num só dia”, declarou ele. Ao todo calcula ter realizado, em vinte e seis anos de prática, entre 48 mil e 62 mil abortos(!). Para ele, fetos não eram seres humanos, apenas um amontoado de células sem vida e desprovidas de sensibilidade. Essa terrível realidade começou a mudar quando começou a ter sonhos recorrentes.

   Durante muitos anos, ele esteve convencido de que o aborto era uma operação cirúrgica como tantas outras, comparável à extração de um apêndice ou verruga. Era o que ensinavam os manuais: vivendo sob o regime comunista, foi-lhe ensinado, desde tenra idade, que tal procedimento era apenas a remoção de uma massa de carne do corpo da mulher. Mesmo após se formar médico, via o aborto como uma cirurgia igual a qualquer outra. Tornou-se, afinal, conhecido como grande especialista na prática do aborto – o melhor de seu país. Nunca fugia de uma operação difícil e orgulhava-se do seu sucesso.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Fora da Igreja não há salvação

Nestes tempos de sincretismo religioso, muito se tem falado sobre liberdade religiosa, de culto, de crença, de salvação fora da Igreja. É o ecumenismo, palavra dita em todos os lugares. Mas, vejamos o que a Igreja Católica tem a dizer sobre isso, por meio de seu magistério infalível. Porque muito se tem falado, mas pouco se tem estudado.